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Porta Dos Fundos 2020, MENU DEGUSTAÇÃO

-Olha! -É!

Bonito!

-Gente! -Uau!

Bem, vamos à nossa entradinha?

Esse é um pão de queijo Serra da Canastra

com barbecue de goiabinha.

Tem também um vinagre da região do Douro,

tudo besuntado em manteiga de garrafa do sul da Bahia.

Ai, adoro coisa da Bahia!

O de baixo de tem um leito de creme inglês de pupunha

com uma redução de couve-flor orgânica do chef.

-Que maneiro! -O sabor aerado

é por causa do vapor de alho-poró com painço.

-Nossa, painço! -Caraca!

A massa é de fermentação natural, tá?

Com umas leveduras. Nossa manufatura fica

em Gideão da Serra, então o trigo é multiceifado

-na região agreste do país. -Bacana, hein!

Cozimento de 89 horas

a 42 graus.

Tudo isso defumado com ramo de oliveira.

-Falou! -Sensacional!

Vamos ver, né?

-Framboesa decorativa. -Ah, lindo, lindo, lindo.

Mas acho que foi caramelizada com melaço...

-Tá. -Legal.

...de rapadura.

-Com cerveja preta. -Ô, caralho.

De Belo Horizonte.

Obrigado, irmãozinho.

-Valeu! -Acho que foi...

E coentro.

-Alguém é alérgico a camarão? -Não!

-Ninguém é. -Ah, que bom!

-Porque não tem camarão mesmo. -Que bom!

-Então pode comer. -Opa!

Porque, às vezes, o pessoal não come achando que tem camarão.

Tá bom, meu amigo, mas vem cá...

A gente pode comer o prato agora?

-Está liberado! -Finalmente!

Não, fiquem à vontade!

O chef recomenda três mastigadas.

Sendo duas do lado direito,

que é pra sentir mais esse amargor característico do espinafre.

-Foi. -Tá bom.

Pode comer com a mão.

E, depois, o caldo vocês vão raspar com a mão esquerda na colher.

O caldo é uma brincadeira do chef com a Região Norte do país.

Uma homenagem, porque a avó dele veio de lá.

-Que legal! -Dona Hilda.

-Legal. -Prazer, dona Hilda.

-Veio de Ji-Paraná, Rondônia. -Olha que coisa, né?

-Valeu, irmão! -Guarani Kaiowá.

Agora, inclusive, é um povo que está em risco de extinção.

Obrigado, meu amigo. Qualquer coisa a gente te chama.

Ah, fiquem à vontade. Desculpa.

Eu acabei... Perdão.

O maluco falou pra caralho, esfriou aqui.

Opa, está frio?

-Aqui, Gusmão. Vamos repor, tá? -Não!

Trazer um quentinho pra vocês.

-Só a framboesinha... -Esfriou mesmo.

-Pode ser frio mesmo. -...que eu como.

E agora, depois de escolher a dedo os melhores ingredientes

e preparar essa receita com todo carinho,

chegou a hora do nosso convidado, o ator Totoro,

experimentar a nossa receita.

-E aí, está animado? -Estou animado!

-Olha que lindo! -Nossa...

-O que é isso? -Por favor!

É grama!

-Ué, mas grama? -Sim!

Mas é alguma grama especial orgânica que foi extraída manualmente

por uma família de agricultores numa colina em Biguaçu, né?

Não.

É de onde?

É aqui do quintal mesmo.

Tá bom.

Por favor!

-Vou comer, então. -É!

É bom, né?

-É ótimo! -A textura, assim...

Uma delícia! Meio crocante.

Muito bom, gente.


-Olha! -É!

Bonito!

-Gente! -Uau!

Bem, vamos à nossa entradinha?

Esse é um pão de queijo Serra da Canastra

com barbecue de goiabinha.

Tem também um vinagre da região do Douro,

tudo besuntado em manteiga de garrafa do sul da Bahia.

Ai, adoro coisa da Bahia!

O de baixo de tem um leito de creme inglês de pupunha

com uma redução de couve-flor orgânica do chef.

-Que maneiro! -O sabor aerado

é por causa do vapor de alho-poró com painço.

-Nossa, painço! -Caraca!

A massa é de fermentação natural, tá?

Com umas leveduras. Nossa manufatura fica

em Gideão da Serra, então o trigo é multiceifado

-na região agreste do país. -Bacana, hein!

Cozimento de 89 horas

a 42 graus.

Tudo isso defumado com ramo de oliveira.

-Falou! -Sensacional!

Vamos ver, né?

-Framboesa decorativa. -Ah, lindo, lindo, lindo.

Mas acho que foi caramelizada com melaço...

-Tá. -Legal.

...de rapadura.

-Com cerveja preta. -Ô, caralho.

De Belo Horizonte.

Obrigado, irmãozinho.

-Valeu! -Acho que foi...

E coentro.

-Alguém é alérgico a camarão? -Não!

-Ninguém é. -Ah, que bom!

-Porque não tem camarão mesmo. -Que bom!

-Então pode comer. -Opa!

Porque, às vezes, o pessoal não come achando que tem camarão.

Tá bom, meu amigo, mas vem cá...

A gente pode comer o prato agora?

-Está liberado! -Finalmente!

Não, fiquem à vontade!

O chef recomenda três mastigadas.

Sendo duas do lado direito,

que é pra sentir mais esse amargor característico do espinafre.

-Foi. -Tá bom.

Pode comer com a mão.

E, depois, o caldo vocês vão raspar com a mão esquerda na colher.

O caldo é uma brincadeira do chef com a Região Norte do país.

Uma homenagem, porque a avó dele veio de lá.

-Que legal! -Dona Hilda.

-Legal. -Prazer, dona Hilda.

-Veio de Ji-Paraná, Rondônia. -Olha que coisa, né?

-Valeu, irmão! -Guarani Kaiowá.

Agora, inclusive, é um povo que está em risco de extinção.

Obrigado, meu amigo. Qualquer coisa a gente te chama.

Ah, fiquem à vontade. Desculpa.

Eu acabei... Perdão.

O maluco falou pra caralho, esfriou aqui.

Opa, está frio?

-Aqui, Gusmão. Vamos repor, tá? -Não!

Trazer um quentinho pra vocês.

-Só a framboesinha... -Esfriou mesmo.

-Pode ser frio mesmo. -...que eu como.

E agora, depois de escolher a dedo os melhores ingredientes

e preparar essa receita com todo carinho,

chegou a hora do nosso convidado, o ator Totoro,

experimentar a nossa receita.

-E aí, está animado? -Estou animado!

-Olha que lindo! -Nossa...

-O que é isso? -Por favor!

É grama!

-Ué, mas grama? -Sim!

Mas é alguma grama especial orgânica que foi extraída manualmente

por uma família de agricultores numa colina em Biguaçu, né?

Não.

É de onde?

É aqui do quintal mesmo.

Tá bom.

Por favor!

-Vou comer, então. -É!

É bom, né?

-É ótimo! -A textura, assim...

Uma delícia! Meio crocante.

Muito bom, gente.