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História do Brasil, Parte 1 - Capítulo 1 - Origens da presença européia no Brasil -

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Parte 1 - Capítulo 1 - Origens da presença européia no Brasil -

- A formação do reino de Portugal - -A origem de Portugal - A formação desse país na idade média está vinculada à luta dos cristãos contra os Árabes, conhecida como guerra de reconquista. Os Árabes, insuflados pela religião, tiveram um processo expansionista, que penetrou na península ibérica e foi em direção aos reinos da França, onde foram detidos pela batalha dos Poitiers. Os cristãos tenderam a se concentrar no norte da península, região mais tarde chamada de reino de Leão, de onde partiu a luta pela expulsão dos Árabes.

Henrique de Borgonha, um nobre, recebeu as terras do rei de Leão, e essas formaram o condado portucalense, origem de Portugal. Dom Afonso Henrique, filho de Henrique, proclama a independência das terras de Portugal em relação ao reino de Leão, que haviam sido recebidas devido aos serviços prestados por Henrique na luta contra os Árabes. A independência foi reconhecida e ele foi considerado o fundador da dinastia Borgonha. -A Dinastia Borgonha – O reino tinha nascido sob signo de guerra, por isso a figura do rei estava sempre presente, já que ele tinha sido o comandante na luta contra os Árabes.

Assim, a descentralização política que ocorreu nos outros países na idade média não ocorreu em Portugal. A necessidade de custear as guerras levou os reis a darem importância ao início da atividade mercantil. Portanto, Portugal foi o primeiro país a ter uma monarquia centralizada politicamente e com controle sobre a economia. Devido às origens feudais da dinastia, houve forte vinculação com a nobreza e laços com os reinos que dariam origem à Espanha. -A revolução de Avis – O rei de Portugal, Don Fernando, morre e não deixa herdeiros, apenas uma filha, casada com o rei de Castela, que procurou incorporar o reino de Portugal à Castela. A nobreza apoiava a ideia, mas os comerciantes não, pois teriam uma menor autonomia, e o povo (arraia miúda) também não, pois sofreriam maior opressão. Houve uma guerra de dois anos, até 1385, da camada mercantil e o povo contra a nobreza portuguesa e o reino de Castela, que perderam. Assim, o povo colocou Don João, irmão de Don Fernando, como rei de Portugal, e as relações do rei com o comércio se intensificaram ainda mais. -A expansão Espanhola – A Espanha apresenta um atraso ao se lançar ao mar, e há duas razões para isso.

Primeiramente, o restante da península ibérica havia se fragmentado em quatro reinos: Castela, Leão, Navarra e Aragão. Em 1463, o rei de Aragão casa-se com a rainha de Castela, formando uma unidade política. Mesmo assim, os Árabes continuavam a lutar e isso só terminou em 1492, na região de Granada, tomada pela Espanha. Apesar desses dois fatores terem acabado, a Espanha não tinha chances de procurar uma rota para as Índias, pois em 1480 ela e Portugal haviam assinado o tratado de toledo, que assegurava as terras ao norte das canárias para a Espanha, mas isso dava aos Portugueses o monopólio da única rota possível até aquele momento: para as Índias. O governo Espanhol, ainda assim, enviou Cristovão Colombo procurar por novas terras e as descobriu. - A situação da França, Inglaterra e Holanda – Esses países demoraram a se aventurar ao mar, pois França e Inglaterra haviam encerrado a guerra dos cem anos apenas em 1453 e, por isso, estavam arrasadas. Enquanto a Holanda ainda era parte do império Espanhol. A partir de 1515, França e Inglaterra iniciaram a briga marítima. A Inglaterra, a partir do século XVI, iniciou atividades de corsários (piratas a serviço do Estado), e, no reinado de Elizabeth I, começou a consolidar o domínio sobre os Estados Unidos.

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