Genebra
No meu sétimo e penúltimo dia de viagem, eu cheguei em Genebra.
Digamos que eu entrei na Suíça pelas portas dos fundos, pois o ônibus que tomei na França não parou em nenhum lugar para fazer checagem de passaportes, e ele parou numa rodoviária forreca no meio de Genebra.
Depois de largar as coisas no hotel, fui fazer um reconhecimento do local.
Minha primeira parada foi numa farmácia. Eu queria comprar uns esparadrapos ou uns curativos adesivos tipo Band-aid, para aliviar a dor. Os meus dedinhos dos pés estavam praticamente em carne viva. Depois de ter andado para cima e para baixo por 7 dias, eu não estava mais conseguindo dar nenhum passo. A parada na farmácia foi um ato de desespero, uma tentativa de salvar os dois últimos dias de viagem. Lá encontrei o produto da Compeed.
Eu já tinha visto dele aqui na Dinamarca, mas nunca tinha usado antes. Um roubo de caro. Comprei a embalagem com 8 unidades, me sentei ali mesmo na farmácia, arranquei sapatos e meias e apliquei o produto. Tive que usar 7 esparadrapos! E que alívio, que maravilha. Continuei explorando a cidade.
Passei pelo relógio das flores, que honestamente se parece muito com o de Curitiba no Brasil. Também passei pela parte antiga da cidade. O que mais me impressionou em Genebra foi a quantidade de homens engravatados e bem-vestidos que vi nessa cidade.
Tudo banqueiro, só pode.