História de Recife capital do Estado de Pernambuco
o Recife é uma Metrópole com mais de um milhão de habitantes junto aos recifense Vivem pessoas
vindas de todo o Nordeste e do interior do Estado de Pernambuco a cidade tem uma importância
Regional destacada seus contrastes sociais são muitos e e em meados do século 16 Recife
começou a existir como um povoado onde moravam pescadores marinheiros e alguns Comerciantes até
hoje a cidade é conhecida como cidade portuária aqui é a região do Porto do Recife está aqui no
área bem centrado bem bem coração felicidade tudo se conserta aqui no centro do Recife no
porto oporto é um ponto estratégico na história do recife pelo Porto chegaram
e saíram colonizadores escravos e mercadorias e muitas outras pessoas personagens e influências
culturais que fizeram na capital pernambucana a cidade que vamos conhecer nesse programa é
E aí é
deixa ele comentou do mar para dentro isso aí já foi uma grande batalha dentro primeira
pessoa chegando aqui porque até hoje você sobre a voz você vai ver aqui onde não tem condição é
alargada Mangue é louca todo lado e naquela época então é que começaram se usar a ser
feitos os aterros da cidade que eu conheço ver fim da cidade a gente através de ilustrações e
culturas com a gente tem muitas limitações aí esse tem um pouco a ideia do que quero um e no
início do Século 16 o crescimento do Comércio de pau-brasil realizado pelos portugueses
despertou a ambição de outras Nações europeias em 1526 para garantir o controle do território
recente coberto foi fundado o primeiro núcleo permanente de ocupação a feitoria de Pernambuco
o Entreposto comercial fortificado seis anos depois Dom João terceiro Rei de Portugal decidiu
implantar o sistema de capitanias hereditárias dividindo o Brasil em 15 faixas horizontais
cada território foi entregue a um donatário que o explorava e ocupava por conta própria
e a capitania de Pernambuco entregue ao donatário Duarte Coelho foi uma das Campo
teve maior sucesso instalando e suas terras e engenhos de cana-de-açúcar Duarte Coelho
assegurou o controle sobre o território Pernambucano a partir de então a Vila
que viria a ser a cidade do Recife tornou-se um ponto estratégico para a coroa portuguesa
o ponto nesse nesse primeiro momento os primeiros séculos da história da cidade
ele foi fundamental para o crescimento para o reconhecimento da cidade para as pernas da
cidade e também para a entrada dos Estrangeiros invasores então foi a grande porta de entrada
da Cidade da Esperança cidade ele seja até que a cidade era cercada pelo mar né
e cercada pelo canavial então a cidade cresceu entre um canavial o verde do canavial e o mar
aqui a cidade começou temos aí ainda em bom estado de conservação entrego bem antigos
nos primeiros anos do século 17 Pernambuco era capitania hereditária mais lucrativa e o
maior produtor mundial de Açúcar a mercado a quarta e preciosa despertou o interesse
estrangeiro os holandeses invadiram o botaram fogo na capital o linda que
tinha sido fundada pelos portugueses e se instalaram no povoado do Recife
e no período de ocupação entre 1630 e 1654 a produção açucareira cresceu
muito em Pernambuco sob administração do Conde Maurício de Nassau o governo Holandês realizou
várias obras de urbanização trazendo da Europa científicas arquitetos Engenheiros e artistas
que impulsionaram o desenvolvimento da então chamada cidade Maurícia
é um galã desses aqui de passar um pouco mais 20 anos para ensinar só
Passou apenas sete e isso tá na memória do povo a população se refere a naçao se refere
ao período Holandês em Recife com o orgulho com a familiaridade tão grande químico por
vezes parece que o cara teve aqui a coisa de 100 anos atrás 80 anos que uma coisa recente
você quiser alguém se a cidade das águas assim meio ó
E aí os portugueses holandeses diferentes concepções de ocupação Urbana os primeiros
colonizadores construíram uma vila sobre as colinas de uma linda hein
o seu casario ladeira de arruamento ainda lembro a Lisboa de Portugal e os holandeses preferiram
ocupar a área próxima à região do Porto do Recife que tem uma topografia semelhante a
do seu país de origem lá eles aplicaram seus conhecimentos na construção de canais e. 1
e foi construída pelo próprio tá dando saindo ali facilitar a circulação ali das pessoas e
mercadorias porque quando a maré baixava por exemplo não tinha condições atravessar
aqui dali é uma dificuldade muito grande filmar tivesse revolto as barras virada perdi o açúcar 1
é a principal característica do governo Holandês foi o domínio e o convívio com as águas por meio
disso eles puderam ocupar a cidade do Recife entre 1630 e 1654 e controlar a riqueza produzida pelo
açúcar tempos depois os holandeses levaram para as Antilhas o método português de funcionamento
dos Engenhos de Açúcar quebrando o monopólio de Portugal sobre a produção mundial do produto
ao longo do século 18 e depois de mais de 100 anos de hegemonia absoluta a nobreza do açúcar
Pernambucano experimento a perda de poder de forma lenta mas continua a concorrência estabelecida
pelo Ouro Branco das antigas levou o preço da arroba da cana-de-açúcar a quedas vertiginosas
e os negócios do açúcar aos poucos deixaram de ser a única fonte Econômica da capitania
hereditária mais rica do Brasil dos Comerciantes portugueses de gado e
algodão enfrentaram os senhores de Engenho e foram se firmando no controle da economia
abrisse no Recife o período de importante revoltas sociais e
o cara era garganta e Comerciantes que estavam de Recife os que controlavam a riqueza e um
aristocracia Canavieira que se encontrava mais em Olímpia então Legends que existia até uma
disputa também por espaço econômico né Paulinho da seria a devedora e Recife seria o credor este
conflito ocorrido em 1710 da Autonomia cidade do Recife e é conhecido como Guerra dos Mascates
e o Pernambucano ele conhecido como um povo muito lotado então várias várias revoltas e batalhas
acontecerão aqui a evolução para ir para Batalha dos Mascates e várias outras aqui na expulsão
dos Holandeses também aqui no Monte Guararapes são uma o Marco histórico no início do século
19 nos anos de 1817 e 1824 acontecem a Revolução Pernambucana EA Confederação do Equador a primeira
reivindicava a independência com relação à coroa portuguesa a segunda após a declaração
da independência do Brasil lutava contra o autoritarismo do Governo de Dom Pedro primeiro é
e havia também forte influência Maçônica no movimento em ambas as revoltas foram sufocadas
mas fortaleceram os ideais da Revolução Francesa de combate às injustiças e desigualdades sociais e
e entre os revoltosos mais ilustres da Confederação do Equador estava Frei Caneca
com a rebelião controlada pelas forças do governo ele foi condenado à morte e fuzilado publicamente
mas lança com suas ideias e com sua luta já ideias que se aproxima muito desse entendimento
que a gente tem hoje diga não para sempre né E o que era muito interessante é como os padres
foram importantes nesses movimentos libertários que aconteceram aqui em Recife que fica até
difícil a gente pensar isso hoje no momento no momento atual Então pensa em movimentos
como Confederação do Equador um aumento nesse em 17 é a gente sempre tem essa participação
é crítica não é Esse envolvimento em termos até de ação do grupo aí também
segunda metade do século 18 minha a regra do século 19 o Recife era uma cidade marcada pelo
escravismo no mesmo período a população escrava era maior que a de homens livres
os africanos não trabalhavam apenas nos grandes engenhos de Açúcar eles
faziam a carga EA descarga das embarcações que abasteciam as atividades mercantis do Recife
a escravidão Urbana era tão intensa quanto a Rural II
E aí é a questão da escravidão até hoje também é essa questão da história que a gente viveu e da
memória que a gente construiu em cima dessa história então para conserto com o trabalho
no manual preconceito racial é uma mentalidade aristocrata que foi que tá muito presente dentro
da história da cidade embora a cidade tenha mudada que o nome também tem embora a cana-de-açúcar hoje
se encontra uma grande crise mas aquela memória dos tempos da riqueza dos tempos dos falsos do
tempo da escravidão ainda permanece muito presente na história do Recife e na segunda metade do
século 19 Recife era terceira maior cidade do Brasil com aproximadamente 50 mil habitantes
a agroindústria açucareira no setor de serviço significativo EA exportação
de algodão para o mercado europeu sustentavam a economia Pernambucana
É nesse período que a cidade passa por importantes mudanças na vida social e
Urbana a população escrava diminui e os serviços públicos se modernizam
em 1870 é aberta a estrada de ferro Recife Olinda Beberibe alguns anos depois são inaugurados e
serviços telegráficos e de telefonia manual o Recife se preparava para entrar no século
20 com todas as conquistas e contradições sociais que me marcaram o período imperial e
esse aqui é o gato Santa Isabel é uma raça que a gente tem aqui na cidade o teatro bem
bonito e acho que ele que ele marca é mesmo essa essa formação aqui da nossa cidade que
essa característica de ter tantos elementos de tantas culturas e tradições envolvidas
é um projeto Engenheiro francês Volpi e tem mais de 150 anos com
linha um dos cartões-postais mais bonitos aqui da cidade
além da dos das apresentações artísticas comuns a qualquer teatro isso aqui também
foi foi sede de grandes discussões grandes debates entre os intelectuais da época
Joaquim nambuco mesmo foi um dos que tinha usado isso daqui para apresentar suas ideias
abolicionista Joaquim Nabuco ele ele simboliza uma ambiguidade uma ambiguidade que tá muito
presente no intelectual Pernambucano vamos dizer assim obrigado a família
da cana-de-açúcar aristocracia mas ao mesmo tempo com ideais libertários e é
só sua as imagens que nós temos aqui da cidade novas antigas isso tem muito importante é muito
grande para gente tá conhecendo o nosso passado e conhecendo nosso lugar né que o Francisco se
fez aqui muitos hoje continuam fazendo com outras tecnologias hoje gente não faz nada
não lápis Mariana na aquarela e tal mas tá fazendo ainda registro fotográfico isso aí
você consegue fotógrafo aqui que começaram a fazer essa história esse registro aí que
é tão importante para gente o Denis que eu não é um deles né é um cara que marcou a
história da cidade tu por conta desse trabalho dele voltado para o Rio para
uma das cidades o dia a dia trabalho dele tá entre 1890 1283/1950 então é um período
bastante grande e com uma serva aí vem importante bem embaixo ainda da cidade
o capitalismo importância muito grande para a cidade o Rio dentro da vida da realidade
das pessoas aqui desde que se tem registro assim ó
a farmácia geografia a nossa cara da nossa cidade a nossa arquitetura tudo
tudo é meio é desenvolvido a partir dele e dos alagados do que uma vez se encontra com o Mack
engraçado lembrar que esse isso aqui foi um canal de transporte mesmo e tráfico de muita
gente muita gente utilizava o rio antigamente para vir sair lá do interior do Estado para quem
fica capital ou seguir para outras a outras capitais é muito diferente você fez filme dá
pela necessidade em outra cidade para tirar outro teria outro oxigênio com tantos tantos
severinos inverno princípios nessa cidade grande e realmente mapa Que saudades da varanda amada
como bem descreveu o geógrafo Josué de Castro O Rio Capibaribe comanda a vida das pessoas que
vivem nas suas margens é dos manguezais que do fundo de suas águas têm populações ribeirinhas
os severinos retiram seu sustento a grande ameaça ao velho Capibaribe é a degradação
ambiental os nomes dos capilares são Paraíso do caranguejo se a terra foi feita para o homem com
tudo para bem servir também o mangue foi feito especialmente para o caranguejo tudo aí é foi
ou está para o caranguejo Inclusive a lama que o homem que vive nela por outro lado o
homem tá aí vive para pegar caranguejo chupar de as patas comer a sua carne feita de lama
o que o organismo rejeita volta com o detrito o paralama do Mangue para virar caranguejo outra vez
é só fala alguma isso que o Rio Capibaribe horrível ele vi dentre outras coisas o principal
seria que ele se unem aqui para formar o Oceano Atlântico aqui se dá origem ao serão Atlântica
e são uma frase muito repetida aqui no meio em tom de brincadeira mas nem que tá mas eu acho
sou muitos os patrimônios que Pernambuco e em particular o Recife deram ao Brasil da arquitetura
com seu casario do Centro Histórico até a produção intelectual e artística as obras de Josué de
Castro Joaquim Nabuco Gilberto Freyre e João Cabral de Melo Neto nos ajudam a entender melhor
a civilização brasileira é a grande dificuldade de uma cidade da SIC tem uma história mais longa
ela como ela se relaciona com a sua tradição é a gente existiram muitas gerações que foram
totalmente contra as tradições e como nós estamos vivendo hoje no mundo totalmente fragmentado então
está está vendo uma retomada das tradições então o Imaginário do rio o momento o movimento no bico
ele tenta justamente fazer essa pontinha aliás inclusive muito bem feita entre a tradição musical
cultural Pernambucana Mc g15 e toda essa mudança que tá vendo Então globalização então o movimento
no âmbito ele faz o semente reza esse diálogo entre o tradicional eo moderno o pode mudar a
a
relação da cidade com meu trabalho foi muito importante Nisso porque eu vi que
eu fotografando outras pessoas que de certa forma são a minha imagem também possa graça
nesse lugar é que eu tô me achando e tome apresentando através do meu trabalho partir
do momento que eu vim isso daí para mim foi um salto incrível te entreguei para tá me
reconhecendo as coisas me reconhecer aqui nesse lugar nessa cidade e dessas pessoas
aqui que vivem aqui e nessa história tão interessante que gostaram da formação da
cidade na formação do Recife a história do Recife tem metade do porto um dos seus
grandes cenários ele é um símbolo da formação da sociedade e da cultura do povo Pernambucano
o Recife é uma das metrópoles brasileiras e estabelece um forte diálogo como passado
e com outras culturas as marcas desses encontros e desencontros estão no seu
patrimônio arquitetônico as suas manifestações culturais na pobreza e na riqueza de sua gente é
e o Recife recifenses tem muitas outras histórias para contar e
E aí
o
Brasil um país de todos