China tenta conter avanço de coronavírus
Sem mãos a medir para fazer frente à ameaça do novo coronavírus, as autoridades chinesas desdobram-se em trabalhos para combater um inimigo invisível.
Na cidade chinesa de Wuhan, onde surgiu o surto e que se encontra sob quarentena, a polícia bloqueou estradas para impedir a circulação de veículos não essenciais.
Também nas cidades vizinhas de Huanggang e Ezhou ninguém entra ou sai.
A epidemia de pneumonia viral já provocou a morte de mais de 40 pessoas.
O número de infetados já superou os 1300 e semeou o pânico entre a população.
O presidente chinese, Xi Jinping, reconheceu a gravidade da situação.
Em Wuhan, veículos blindados sob o comando de paramilitares da Força da Polícia Armada do Povo patrulham a cidade.
Em Hong Kong, declarou o estado de emergência.
"Nos últimos dias houve alterações rápidas em relação à doença como se percebe pelos anúncios que chegam do continente".
"Tornou-se um assunto sério e causou muita preocupação e ansiedade em parte da nossa sociedade" (referiu a líder do executivo, Carrie Lam).
Cerca de meio milhar de médicos militares foram mobilizados para Wuhan, onde começaram a chegar de avião sexta-feira à noite.
Austrália, Malásia e Japão já reportaram casos tão como França e os Estados Unidas.