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Portuguese LingQ Podcast 1.0, Vinte e um: Bernardo & Anita – Férias de Verão

Vinte e um: Bernardo & Anita – Férias de Verão

Bernardo – Nita deixa-me só pagar aqui os nossos cafés e já continuamos a nossa discussão.

Anita – Está bem, Bernardo.

Bernardo – Senhora empregada ficam aqui, portanto dois euros dos dois cafés e da água. Obrigadíssima. Até logo. Adeus. Boa tarde. Então Anita? Sobre as férias… Vamos lá combinar! O que é que tu preferias fazer este ano?

Anita – Não sei. Gostava de ir para um sítio diferente. Não pensei muito bem, mas se calhar para a beira da praia, para a beira do mar. Algo em que se um lugar onde se possa fazer praia, desfrutar um bocadinho da brisa do mar ao fim da tarde.

Bernardo – É. Com o Verão a apertar e com esta temperaturas altas, eu também estava a pensar nisso. Estava a pensar no Alentejo. O problema do Alentejo é que tem aquela parte interior um bocado mais seca, mas se formos para a costa, talvez nos divertíssemos e seja aceitável em termos de temperatura. Sabes que eu sofro bastante com o calor. Deve ser devido à minha ascendência um bocadinho albina, não muito, mas o calor é complicado, resisto mal. Se não temos o Algarve. O Algarve também é um sítio porreiro, onde podemos… Onde as temperaturas não são muito altas e são fáceis de aceitar devido à brisa. Depois, cá para cima, cá em Portugal, em termos de costa, o tempo já é mais irregular, tanto podemos apanhar bom tempo como não, mesmo sendo Verão. De Aveiro para cima, assusta-me um bocado. Não sei. O que tu achas?

Anita – Não sei. Depende. Tu também sofres um bocadinho de rinite alérgica, não sei qual é que são… Qual é o ambiente perfeito para não teres de sofrer, de puderes divertir-te e de puderes aproveitar o Verão ao máximo. Mas se calhar para costa algarvia, desculpa, a costa alentejana.

Bernardo – O problema do Norte para mim é sempre a rinite, tudo o que tenha muitas árvores e, principalmente pinheiros e a costa norte, a costa litoral da parte norte, tem muitos pinhais e eu sofro bastante da rinite alérgica, o que faz com que depois passe sempre as férias, um bocadinho, agarrado ao nariz, o que é um bocado chato. No Algarve já não. Para o Algarve já não. Mas este ano, não equacionas irmos para um parque natural, como a Serra da Malcata, Serra da Lousã, Gerês… Montanha, ou estás mesma a precisar de descanso e de ir para umas férias de praia…

Anita – Não, não. Também estava a pensar ir para a montanha, fazer passeios pedestres, estar em contacto com a Natureza, também é muito tranquilizante em termos de férias.

Bernardo – Mas vais ter quantas semanas de férias este ano?

Anita – Não sei bem. Se calhar duas ou três.

Bernardo – Pois é isso, porque eu também não sei, temos de ver isso. Em princípio, também, me vai ser difícil tirar mais do que uma seguido, por isso te estava a perguntar isso, porque acho giro irmos uma semana de praia, porque é descanso total e, também, precisamos depois de um ano de trabalho. Mas, por outro lado, acho que depois, também, precisávamos de umas férias assim um bocado diferentes. A montanha para fazermos uns percursos pedestres ou fazer umas actividades outdoor. São cansativas, mas também descansam o foro psicológico. Por isso, quer dizer, também, são bastante tranquilizantes. Depois, também, tive a pensar não sair do país, sair do país e irmos até às nossas ilhas, à Ilha da Madeira ou a Porto Santo. A minha irmã vai para Porto Santo e até podíamos ir com ela um mês. Mas tu, no outro dia, falaste-me que está complicado andar de avião, não é? Estás com alguns medos. Anita – É. Neste momento, andar de avião não é o que me fascine. Depois do acidente que houve há duas semanas sensivelmente, acho eu, com aquele avião da Air France , não me está a apetecer muito viajar de avião. Apetece-me mesmo ir de transportes terrestres.

Bernardo – Pois, é verdade. Tipo eu também… É chato e depois, também, as televisões absorvem-nos completamente. Não sei se reparaste, nessa semana passaram logo não sei quantos filmes de desastres de aviões, que englobassem desastres e tragédias de aviões. Ou seja, os Media também causam este medo e conseguem coloca-lo mesmo dentro das pessoas. Já não bastam os desastres. Mas se formos a pensar na quantidade de voos que há por dia e nos carros que saem à rua por dia e fizermos o cálculo dos carros que saem à rua e dos aviões que saem para o ar e calcularmos a percentagem do número de acidentes, vamos ver que o carro é muito menos seguro que o avião. Só que claro, o avião não podemos controlar, as pessoas, normalmente, o destino que têm, infelizmente, é a morte. É muito difícil ser outro, quando têm um desastre e pronto. Isso causa uns receios enormes. Por isso, te estava a perguntar. As viagens para a Madeira, este ano, e mesmo para os Açores que são ilhas lindíssimas portuguesas e que eu sei que tu não conheces, não é? Eu conheço a Madeira e Porto Santo, mas sei que tu não conheces e gostava de te levar lá. Mas realmente é esse o problema. Este acidente com este avião, acho que veio complicar as viagens de avião para pessoas mais receosas como tu e como eu, este ano. Talvez para o ano, quando nos esquecermos um bocadinho, talvez consigamos se calhar apanhar um avião e ir para algum lado. Anita – Não acho que as pessoas se vão esquecer tão facilmente deste acidente trágico, devido à quantidade de mortos que existiram. Mas, possivelmente, as pessoas irão a começar a adaptarem-se a esse medo, não é? Em que o desejo de conhecer algo novo, de viajar, de conhecer culturas diferentes, de estar em espaços diferentes contribuam de alguma forma para contrair e para suprimir esse receio de andar de avião. Claro que é complicado, não é? Não é fácil, mas se calhar eu deduzo… Se calhar, eu prefiro ir para o Sul, para um descanso mais alargado, por assim dizer…

Bernardo – Pois, pois.

Anita – E se calhar no Norte para manter mais contacto com a Natureza. Em espaços diferentes

Bernardo – Sim.

Anita – Em espaços temporais diferentes.

Bernardo – Pois. Mas o que achas? Fazemos primeiro umas férias de interior- Norte e depois umas de costa, no Algarve? Ou na costa alentejana? A ver as temperaturas que rondam para este ano… Ou ao contrário? O que preferes?

Anita – Não sei, porque é assim… O Algarve nesta altura do ano é extremamente turístico, não é? Não sei. Se formos em Agosto, é quase impossível coabitar no Algarve. Talvez…

Bernardo – Talvez, então optar por Agosto ficar no interior uma semana, e depois, talvez, em Setembro, irmos até ao Algarve?

Anita – Sim. Acho que essa é a opção mais correcta.

Bernardo – Parece-te bem? Mas, também, por outro lado, é como digo também podíamos… Pronto, também, agora tendo o receio do avião, mas podíamos ir de comboio ou mesmo de carro. De carro, talvez, seja um bocado cansativo. Mas de comboio podíamos, não estou a dizer fazer um inter rally, mas ir até ao centro da Europa. Apanhamos o comboio no Porto, penso que temos uma ligação, portanto até à fronteira com a França, demora cerca de vinte e quatro horas, atravessamos Espanha, mais ou menos, em vinte e quatro horas. E França é um país em que eu nunca estive. É assim, se nós falássemos no United Kingdom, na Grã- Bretanha já temos o TGV ou a passagem de barco no Canal da Mancha, mas tabém já lá estive. Mas França, eu gostava de atravessar a França e de ir lá em cima a Luxemburgo, ir à Irlanda, quem diria… Quem diz a Luxemburgo e Holanda, diz Suíça, diz Dinamarca, diz Alemanha. Tantos países que estão ali na fronteira e que eu desconheço e que gostava imenso de conhecer a cultura deles, mas penso que para isso precisava de umas férias de vinte e dois dias completos e talvez fosse pouco, não é? O que é que tu achas?

Anita – Acho que sim. Acho que isso era, sei lá, uma selecção, opção, que teria de pensar em mais dias para pudermos usufruir realmente das férias e conhecer esses espaços que falas.

Bernardo – É. Mas para mim, era uma viagem de sonho. Uma viagem assim… Uma viagem até assim… Uma viagem de sonho não eram vinte e dois dias, eram dois meses pela Europa toda, em que pudéssemos pegar e começar em França, Luxemburgo, Holanda e irmos à Dinamarca, descer e virmos à Alemanha e irmos à Itália talvez, não sei, mas depois podíamo-nos perder ou talvez podemos ir à Itália e passar de barco para a Croácia e da Croácia irmos à Áustria, irmos à Hungria, irmos à Eslovénia, que acho que é lindíssimo.



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Vinte e um: Bernardo & Anita – Férias de Verão

Bernardo – Nita deixa-me só pagar aqui os nossos cafés e já continuamos a nossa discussão. Bernardo - Nita let me just pay for our coffees here and we are continuing our discussion.

Anita – Está bem, Bernardo.

Bernardo – Senhora empregada ficam aqui, portanto dois euros dos dois cafés e da água. Bernardo - Madam maid stay here, so two euros of two coffees and water. Obrigadíssima. Thank you very much. Até logo. Adeus. Boa tarde. Então Anita? Sobre as férias… Vamos lá combinar! O que é que tu preferias fazer este ano? What would you rather do this year?

Anita – Não sei. Anita - I don't know. Gostava de ir para um sítio diferente. Não pensei muito bem, mas se calhar para a beira da praia, para a beira do mar. Algo em que se um lugar onde se possa fazer praia, desfrutar um bocadinho da brisa do mar ao fim da tarde.

Bernardo – É. Com o Verão a apertar e com esta temperaturas altas, eu também estava a pensar nisso. Estava a pensar no Alentejo. O problema do Alentejo é que tem aquela parte interior um bocado mais seca, mas se formos para a costa, talvez nos divertíssemos e seja aceitável em termos de temperatura. The problem with Alentejo is that it has a bit drier interior, but if we go to the coast, we might have fun and it is acceptable in terms of temperature. Sabes que eu sofro bastante com o calor. Deve ser devido à minha ascendência um bocadinho albina, não muito, mas o calor é complicado, resisto mal. Se não temos o Algarve. O Algarve também é um sítio porreiro, onde podemos… Onde as temperaturas não são muito altas e são fáceis de aceitar devido à brisa. The Algarve is also a cool place where we can… Where temperatures are not too high and easy to accept due to the breeze. Depois, cá para cima, cá em Portugal, em termos de costa, o tempo já é mais irregular, tanto podemos apanhar bom tempo como não, mesmo sendo Verão. De Aveiro para cima, assusta-me um bocado. From Aveiro upwards, it scares me a lot. Não sei. O que tu achas? What do you think?

Anita – Não sei. Depende. Tu também sofres um bocadinho de rinite alérgica, não sei qual é que são… Qual é o ambiente perfeito para não teres de sofrer, de puderes divertir-te e de puderes aproveitar o Verão ao máximo. You also suffer a little bit of allergic rhinitis, I don't know what they are… What is the perfect environment for you to not have to suffer, to have fun and to enjoy the summer to the fullest. Mas se calhar para costa algarvia, desculpa, a costa alentejana. But maybe for the Algarve coast, sorry, the Alentejo coast.

Bernardo – O problema do Norte para mim é sempre a rinite, tudo o que tenha muitas árvores e, principalmente pinheiros e a costa norte, a costa litoral da parte norte, tem muitos pinhais e eu sofro bastante da rinite alérgica, o que faz com que depois passe sempre as férias, um bocadinho, agarrado ao nariz, o que é um bocado chato. No Algarve já não. Para o Algarve já não. Mas este ano, não equacionas irmos para um parque natural, como a Serra da Malcata, Serra da Lousã, Gerês… Montanha, ou estás mesma a precisar de descanso e de ir para umas férias de praia…

Anita – Não, não. Também estava a pensar ir para a montanha, fazer passeios pedestres, estar em contacto com a Natureza, também é muito tranquilizante em termos de férias. I was also thinking about going to the mountain, hiking, being in contact with nature, it is also very reassuring in terms of holidays.

Bernardo – Mas vais ter quantas semanas de férias este ano?

Anita – Não sei bem. Se calhar duas ou três.

Bernardo – Pois é isso, porque eu também não sei, temos de ver isso. Em princípio, também, me vai ser difícil tirar mais do que uma seguido, por isso te estava a perguntar isso, porque acho giro irmos uma semana de praia, porque é descanso total e, também, precisamos depois de um ano de trabalho. Mas, por outro lado, acho que depois, também, precisávamos de umas férias assim um bocado diferentes. A montanha para fazermos uns percursos pedestres ou fazer umas actividades outdoor. The mountain to do some hiking or outdoor activities. São cansativas, mas também descansam o foro psicológico. They are tiring, but they also rest the psychological forum. Por isso, quer dizer, também, são bastante tranquilizantes. So it means, too, they are quite reassuring. Depois, também, tive a pensar não sair do país, sair do país e irmos até às nossas ilhas, à Ilha da Madeira ou a Porto Santo. A minha irmã vai para Porto Santo e até podíamos ir com ela um mês. Mas tu, no outro dia, falaste-me que está complicado andar de avião, não é? Estás com alguns medos. Anita – É. Neste momento, andar de avião não é o que me fascine. Depois do acidente que houve há duas semanas sensivelmente, acho eu, com aquele avião da Air France , não me está a apetecer muito viajar de avião. After the accident two weeks ago, I think, with that Air France plane, I don't feel like flying much. Apetece-me mesmo ir de transportes terrestres.

Bernardo – Pois, é verdade. Tipo eu também… É chato e depois, também, as televisões absorvem-nos completamente. Não sei se reparaste, nessa semana passaram logo não sei quantos filmes de desastres de aviões, que englobassem desastres e tragédias de aviões. I don't know if you noticed, this week soon I don't know how many plane crash movies, which included plane crashes and tragedies. Ou seja, os Media também causam este medo e conseguem coloca-lo mesmo dentro das pessoas. Já não bastam os desastres. Disasters are no longer enough. Mas se formos a pensar na quantidade de voos que há por dia e nos carros que saem à rua por dia e fizermos o cálculo dos carros que saem à rua e dos aviões que saem para o ar e calcularmos a percentagem do número de acidentes, vamos ver que o carro é muito menos seguro que o avião. Só que claro, o avião não podemos controlar, as pessoas, normalmente, o destino que têm, infelizmente, é a morte. É muito difícil ser outro, quando têm um desastre e pronto. Isso causa uns receios enormes. Por isso, te estava a perguntar. As viagens para a Madeira, este ano, e mesmo para os Açores que são ilhas lindíssimas portuguesas e que eu sei que tu não conheces, não é? Eu conheço a Madeira e Porto Santo, mas sei que tu não conheces e gostava de te levar lá. Mas realmente é esse o problema. Este acidente com este avião, acho que veio complicar as viagens de avião para pessoas mais receosas como tu e como eu, este ano. Talvez para o ano, quando nos esquecermos um bocadinho, talvez consigamos se calhar apanhar um avião e ir para algum lado. Anita – Não acho que as pessoas se vão esquecer tão facilmente deste acidente trágico, devido à quantidade de mortos que existiram. Mas, possivelmente, as pessoas irão a começar a adaptarem-se a esse medo, não é? But, possibly, people will begin to adapt to this fear, won't they? Em que o desejo de conhecer algo novo, de viajar, de conhecer culturas diferentes, de estar em espaços diferentes contribuam de alguma forma para contrair e para suprimir esse receio de andar de avião. Where the desire to know something new, to travel, to know different cultures, to be in different spaces somehow contributes to contracting and suppressing this fear of flying. Claro que é complicado, não é? Não é fácil, mas se calhar eu deduzo… Se calhar, eu prefiro ir para o Sul, para um descanso mais alargado, por assim dizer…

Bernardo – Pois, pois.

Anita – E se calhar no Norte para manter mais contacto com a Natureza. Em espaços diferentes

Bernardo – Sim.

Anita – Em espaços temporais diferentes. Anita - In different time frames.

Bernardo – Pois. Mas o que achas? Fazemos primeiro umas férias de interior- Norte e depois umas de costa, no Algarve? Ou na costa alentejana? A ver as temperaturas que rondam para este ano… Ou ao contrário? O que preferes?

Anita – Não sei, porque é assim… O Algarve nesta altura do ano é extremamente turístico, não é? Não sei. Se formos em Agosto, é quase impossível coabitar no Algarve. Talvez…

Bernardo – Talvez, então optar por Agosto ficar no interior uma semana, e depois, talvez, em Setembro, irmos até ao Algarve?

Anita – Sim. Acho que essa é a opção mais correcta.

Bernardo – Parece-te bem? Mas, também, por outro lado, é como digo também podíamos… Pronto, também, agora tendo o receio do avião, mas podíamos ir de comboio ou mesmo de carro. De carro, talvez, seja um bocado cansativo. Mas de comboio podíamos, não estou a dizer fazer um inter rally, mas ir até ao centro da Europa. Apanhamos o comboio no Porto, penso que temos uma ligação, portanto até à fronteira com a França, demora cerca de vinte e quatro horas, atravessamos Espanha, mais ou menos, em vinte e quatro horas. E França é um país em que eu nunca estive. É assim, se nós falássemos no United Kingdom, na Grã- Bretanha já temos o TGV ou a passagem de barco no Canal da Mancha, mas tabém já lá estive. So if we spoke in the United Kingdom, in Britain we already have the TGV or the boat ticket on the English Channel, but I've been there too. Mas França, eu gostava de atravessar a França e de ir lá em cima a Luxemburgo, ir à Irlanda, quem diria… Quem diz a Luxemburgo e Holanda, diz Suíça, diz Dinamarca, diz Alemanha. Tantos países que estão ali na fronteira e que eu desconheço e que gostava imenso de conhecer a cultura deles, mas penso que para isso precisava de umas férias de vinte e dois dias completos e talvez fosse pouco, não é? O que é que tu achas?

Anita – Acho que sim. Acho que isso era, sei lá, uma selecção, opção, que teria de pensar em mais dias para pudermos usufruir realmente das férias e conhecer esses espaços que falas.

Bernardo – É. Mas para mim, era uma viagem de sonho. Uma viagem assim… Uma viagem até assim… Uma viagem de sonho não eram vinte e dois dias, eram dois meses pela Europa toda, em que pudéssemos pegar e começar em França, Luxemburgo, Holanda e irmos à Dinamarca, descer e virmos à Alemanha e irmos à Itália talvez, não sei, mas depois podíamo-nos perder ou talvez podemos ir à Itália e passar de barco para a Croácia e da Croácia irmos à Áustria, irmos à Hungria, irmos à Eslovénia, que acho que é lindíssimo.

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