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Buenas Ideias, INDOLÊNCIA E A MALANDRAGEM – EDUARDO BUENO

INDOLÊNCIA E A MALANDRAGEM – EDUARDO BUENO

A indolência do índio.

A malandragem do negro.

O privilégio do branco.

Cara, tu tem que ser um mourão pra falar uma coisa dessas.

Mourão, você sabe o que é?

Aquele pau que segura a cerca.

Só que esse tipo de mourão até que tem utilidade.

Pior é o Mourão que tem duas pernas, dois braços e supostamente uma cabeça.

Esse não serve pra nada.

Cara, o cara falou isso.

Você sabe do que eu estou me referindo, neh?

Ele falou da indolência do índio.

Cara, o Brasil, a sociedade brasileira, deve ao índio, mas assim, tu não acredita quantas coisas.

Eu falei, você já viu várias vezes aqui no Não Vai Cair no ENEM.

Todas as grandes estradas brasileiras são frutos diretos de trilhas indígenas.

Os indígenas, os índios brasileiros, caminharam 40, 50 quilômetros por dia, portanto, indolência

zero não é?

Outra coisa, você já viu aqui no Não Vai Cair no ENEM.

Sabe por que tu toma banho?

Tu toma banho porque os índios brasileiros tomavam banho.

E a nossa alimentação, a alimentação do brasileiro, antes dela ser devastada, destruída

pela chegada da fastfood, era uma alimentação indígena.

Feijão, abóbora, aipim, mandioca, milho..

Eram plantas que foram domesticadas num longo, laborioso, processo, pelos povos indígenas

americanos, neh.

Povos indígenas do novo mundo.

Pelos povos indígenas brasileiros. 70% dos brasileiros têm DNA indígena, meu chapa.

Daí o cara: a malandragem do negro.

Pelo amor de Deus, cara.

Qualquer um sabe que esse país foi construído por braços, escravos.

O Brasil é o pais que recebeu o maior número de escravos da história da humanidade.

5 milhões de escravos vieram para o Brasil.

O Brasil foi construído com base no suor, nas lágrimas e no sangue dos escravos.

E ai vem o cara com "a malandragem do negro".

Só que o seguinte.

Isso podia ser só racismo, mesmo, porque o cara é um racista, neh.

A questão não é essa.

A questão é que ele é tão obtuso, ele é tão otário, que daí ele quis livrar

a cara do branco e falou: o privilégio do branco.

Que privilégio do branco?

Privilégio de uma elite, isso sim.

De uma elite que alguns deles, inclusive, decidiram seguir carreira militar e viraram

general, neh.

Os brancos que vieram para o Brasil, o colono português, o imigrante italiano, o imigrante

alemão, o imigrante judeu, o imigrante polonês... eles vieram com base em mil promessas que

lhes foram feitas.

E que não foram cumpridas.

E que os caras construíram toda essa zona, especialmente no sul do Brasil, mas em outros

locais do país, à custa do seu suor, do seu sacrifício.

Então é o seguinte, meu chapa.

Fica parado e calado que nem um mourão de cerca.

Mourão só serve para ser cerca.

Cerca.

Mourão é um pau.

E pau fica calado.

Olha que bela e doce pílula.

Porque agora o canal Buenas Ideias entrou em plena campanha presidencial.

Você não perde por esperar.

Vai ver o que vai ter na semana que vem, seu URSO.


INDOLÊNCIA E A MALANDRAGEM – EDUARDO BUENO

A indolência do índio.

A malandragem do negro.

O privilégio do branco.

Cara, tu tem que ser um mourão pra falar uma coisa dessas.

Mourão, você sabe o que é?

Aquele pau que segura a cerca.

Só que esse tipo de mourão até que tem utilidade.

Pior é o Mourão que tem duas pernas, dois braços e supostamente uma cabeça.

Esse não serve pra nada.

Cara, o cara falou isso.

Você sabe do que eu estou me referindo, neh?

Ele falou da indolência do índio.

Cara, o Brasil, a sociedade brasileira, deve ao índio, mas assim, tu não acredita quantas coisas.

Eu falei, você já viu várias vezes aqui no Não Vai Cair no ENEM.

Todas as grandes estradas brasileiras são frutos diretos de trilhas indígenas.

Os indígenas, os índios brasileiros, caminharam 40, 50 quilômetros por dia, portanto, indolência

zero não é?

Outra coisa, você já viu aqui no Não Vai Cair no ENEM.

Sabe por que tu toma banho?

Tu toma banho porque os índios brasileiros tomavam banho.

E a nossa alimentação, a alimentação do brasileiro, antes dela ser devastada, destruída

pela chegada da fastfood, era uma alimentação indígena.

Feijão, abóbora, aipim, mandioca, milho..

Eram plantas que foram domesticadas num longo, laborioso, processo, pelos povos indígenas

americanos, neh.

Povos indígenas do novo mundo.

Pelos povos indígenas brasileiros. 70% dos brasileiros têm DNA indígena, meu chapa.

Daí o cara: a malandragem do negro.

Pelo amor de Deus, cara.

Qualquer um sabe que esse país foi construído por braços, escravos.

O Brasil é o pais que recebeu o maior número de escravos da história da humanidade.

5 milhões de escravos vieram para o Brasil.

O Brasil foi construído com base no suor, nas lágrimas e no sangue dos escravos.

E ai vem o cara com "a malandragem do negro".

Só que o seguinte.

Isso podia ser só racismo, mesmo, porque o cara é um racista, neh.

A questão não é essa.

A questão é que ele é tão obtuso, ele é tão otário, que daí ele quis livrar

a cara do branco e falou: o privilégio do branco.

Que privilégio do branco?

Privilégio de uma elite, isso sim.

De uma elite que alguns deles, inclusive, decidiram seguir carreira militar e viraram

general, neh.

Os brancos que vieram para o Brasil, o colono português, o imigrante italiano, o imigrante

alemão, o imigrante judeu, o imigrante polonês... eles vieram com base em mil promessas que

lhes foram feitas.

E que não foram cumpridas.

E que os caras construíram toda essa zona, especialmente no sul do Brasil, mas em outros

locais do país, à custa do seu suor, do seu sacrifício.

Então é o seguinte, meu chapa.

Fica parado e calado que nem um mourão de cerca.

Mourão só serve para ser cerca.

Cerca.

Mourão é um pau.

E pau fica calado.

Olha que bela e doce pílula.

Porque agora o canal Buenas Ideias entrou em plena campanha presidencial.

Você não perde por esperar.

Vai ver o que vai ter na semana que vem, seu URSO.