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Portuguese Hip Hop, Dealema - Não Desistimos

Nunca mais viveremos com a corda no pescoço

Nunca mais estaremos presos no fundo do fosso

Nunca mais marcharemos como ovelhas num rebanho

Aumentamos de tamanho, a nossa obra é um colosso

Saltamos a cerca do pensamento tacanho

E destacamos-nos neste mundo estranho

Insubmissos, nos assinamos o compromisso

De não sermos permissivos com tudo o que é postiço

Lança o feitiço, mas nós quebramos enguiços

Estamos prestes a encher estes nosso bolsos lisos

As ruas são infernos nós geramos paraísos

Viemos colorir os vossos rostos com sorrisos

Nunca mais baixaremos a cabeça

Cumprimos esta promessa e não há quem nos interessa

Nunca mais seremos cães de Pavlov

Inflamamos pavios de cocktails molotov

Focamos na vida como uma ave de rapina

Que visualiza a presa no fundo da ravina

A nosso vibração é positiva

A nossa intenção é construtiva

águas passadas não movem moinhos

Diz-me o presente, nós o futuro construímos

Quando vemos castelos ruídos não desistimos

Reconstruimos um mundo melhor para os nosso filhos

Para um momento, ei

Dá tempo ao tempo

Chegou a altura de todos olhar-mos um pouco para dentro

E reflectirmos sobre os erros que ambos cometemos

Das pessoas que todos nós magoamos, mesmo quando assim não queremos

Das merdas estúpidas que todos que todos fazemos e dizemos

A cerca de assuntos pendentes que ainda não resolvemos

Esta merda é sincera, de certo nem estavas a espera

Que nós levássemos a música de volta aquilo que ela era

Acredita é puro, consciente e maturo

Semeamos um passado, colheremos um futuro

Mais promissor, repleto de valor interior

Mais calor humano em redor, para eliminar o rancor

Acumulado no peito, derivado ao stress da rotina da ruína

Não entusiasma nem fascina, quando o mau clima predomina

Poucos vão subir a cortina de forma discreta e genuína

Para pouco a pouco os podres virem ao de cima

A nossa luta faz agora mais sentido que nunca

Não aprovaremos a derrota em situação alguma

Mano mantêm-te firme, de pés assentes no asfalto

Ou cairás em tentação se sonhares demasiado alto

águas passadas não movem moinhos

Diz-me o presente, nós o futuro construímos

Quando vemos castelos ruídos não desistimos

Reconstruimos um mundo melhor para os nosso filhos

A nossa religião é nula mas a fé abunda nesta canção

Profunda, que fecunda

Enfrentamos a luta de pé com música de revolução

Viva, são líricos explícitos

Sempre de coração nas mãos, nunca fictícios é tempo de chamar-mos de volta o espírito das missões negativas

Nas quais o enviamos, saramos o corpo, curando feridas

Mudamos de vida, descobrindo o que ela significa

Para mim e para ti acredita

Vamos encher de comida a dispensa

Ao lado de uma mulher a valer que nos recompensa

Criamos a nossa realidade aparte da sociedade

Recriando o quotidiano

Estamos a converter em nós próprios

Porque não queremos os nossos filhos por nascer, na rua a meter

Vou deixar de servir ao estado de escravo (palavra)

E atingir o prazer de viver antes de pisar a linha

Porque existe uma linha traçada entre uma vida de crime e uma bem sucedida

Próspera, mas tu irás alcançar esse dia e nós também, podes crer

águas passadas não movem moinhos

Diz-me o presente, nós o futuro construímos

Quando vemos castelos ruídos não desistimos

Reconstruimos um mundo melhor para os nosso filhos



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Nunca mais viveremos com a corda no pescoço

Nunca mais estaremos presos no fundo do fosso

Nunca mais marcharemos como ovelhas num rebanho

Aumentamos de tamanho, a nossa obra é um colosso

Saltamos a cerca do pensamento tacanho

E destacamos-nos neste mundo estranho

Insubmissos, nos assinamos o compromisso

De não sermos permissivos com tudo o que é postiço

Lança o feitiço, mas nós quebramos enguiços

Estamos prestes a encher estes nosso bolsos lisos

As ruas são infernos nós geramos paraísos

Viemos colorir os vossos rostos com sorrisos

Nunca mais baixaremos a cabeça

Cumprimos esta promessa e não há quem nos interessa

Nunca mais seremos cães de Pavlov

Inflamamos pavios de cocktails molotov

Focamos na vida como uma ave de rapina

Que visualiza a presa no fundo da ravina

A nosso vibração é positiva

A nossa intenção é construtiva

águas passadas não movem moinhos

Diz-me o presente, nós o futuro construímos

Quando vemos castelos ruídos não desistimos

Reconstruimos um mundo melhor para os nosso filhos

Para um momento, ei

Dá tempo ao tempo

Chegou a altura de todos olhar-mos um pouco para dentro

E reflectirmos sobre os erros que ambos cometemos

Das pessoas que todos nós magoamos, mesmo quando assim não queremos

Das merdas estúpidas que todos que todos fazemos e dizemos

A cerca de assuntos pendentes que ainda não resolvemos

Esta merda é sincera, de certo nem estavas a espera

Que nós levássemos a música de volta aquilo que ela era

Acredita é puro, consciente e maturo

Semeamos um passado, colheremos um futuro

Mais promissor, repleto de valor interior

Mais calor humano em redor, para eliminar o rancor

Acumulado no peito, derivado ao stress da rotina da ruína

Não entusiasma nem fascina, quando o mau clima predomina

Poucos vão subir a cortina de forma discreta e genuína

Para pouco a pouco os podres virem ao de cima

A nossa luta faz agora mais sentido que nunca

Não aprovaremos a derrota em situação alguma

Mano mantêm-te firme, de pés assentes no asfalto

Ou cairás em tentação se sonhares demasiado alto

águas passadas não movem moinhos

Diz-me o presente, nós o futuro construímos

Quando vemos castelos ruídos não desistimos

Reconstruimos um mundo melhor para os nosso filhos

A nossa religião é nula mas a fé abunda nesta canção

Profunda, que fecunda

Enfrentamos a luta de pé com música de revolução

Viva, são líricos explícitos

Sempre de coração nas mãos, nunca fictícios é tempo de chamar-mos de volta o espírito das missões negativas

Nas quais o enviamos, saramos o corpo, curando feridas

Mudamos de vida, descobrindo o que ela significa

Para mim e para ti acredita

Vamos encher de comida a dispensa

Ao lado de uma mulher a valer que nos recompensa

Criamos a nossa realidade aparte da sociedade

Recriando o quotidiano

Estamos a converter em nós próprios

Porque não queremos os nossos filhos por nascer, na rua a meter

Vou deixar de servir ao estado de escravo (palavra)

E atingir o prazer de viver antes de pisar a linha

Porque existe uma linha traçada entre uma vida de crime e uma bem sucedida

Próspera, mas tu irás alcançar esse dia e nós também, podes crer

águas passadas não movem moinhos

Diz-me o presente, nós o futuro construímos

Quando vemos castelos ruídos não desistimos

Reconstruimos um mundo melhor para os nosso filhos


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